Livre de vontades, livre de escolhas...
é assim que me vejo todas as manhãs quando por, breves segundos me olho ao espelho. Breves...porque olhar demasiado vai desequilibrar-me. Olho o suficiente para me ver como realmente sou, encontro-me com o meu eu, sem filtros.
segue-se um dia, em que tudo pode acontecer...um turbilhão de emoções que irei sentir. Sei como acordei, mas não sei como regressarei, quando de novo me voltar a olhar a espelho.
Todos os dias são diferentes, os estados de espirito também. O que nunca muda na realidade é o sentimento de livre arbítrio, de escolher o que quero, como quero...de guiar a minha vida pelos caminhos desenhados.
Somos todos donos, de parte, do nosso destino.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
John Lennon - Beautiful Boy
"A vida é aquilo que nos acontece enquanto estamos preocupados a pensar noutros planos."
John Lennon
segunda-feira, 27 de abril de 2015
brucheta de espinafres
Ingredientes:
1 pão baguette
queijo brie
espinafres (usei embalados em saco de 170gr)
6 Tomate seco em conserva de azeite
4 dentes de alho (grandes)
Corte o pão, enviesado e leve cerca de 5 min ao forno a 180º.
Enquanto isso, leve três dentes de alho picados, com azeite, numa wok, ao lume e acrescente posteriormente, os espinafres até estarem reduzidos e acrescente por ultimo o tomete seco picado.
Retire o pão do forno, corte um alho ao meio e esfregue com a parte de dentro, do alho, o pão. Ponha o preparado por cima das fatias de pão e por ultimo corte pedaços de queijo brie, disponha-os por cima do preparado de espinafres e tomate.
Leve ao forno até gratinar.
Deliciem-se
Esta brucheta foi baseada numa receita do Prato do dia 2, do 24kitchen, da Filipa Gomes, com uma ligeira diferença, ela nao usou tomate seco, ela esfregou apenas o pão com o tomate fresco.
http://www.24kitchen.pt/receita/bruschetta-de-espinafres-e-queijo-brie
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Tarte de queijo fresco e doce de mirtilho
Ingredientes:
Pré-aquece-se o forno a 140ºC.
Começa-se por colocar o doce de mirtilo (ou outro) por cima da placa de massa quebrada que já estará na forma. Colocar no frigorífico até quase ao fim da receita.
Numa taça bate-se o açúcar e as gemas até ficar um creme homogéneo.
Adiciona-se de seguida o extrato de baunilha e as natas e mexe-se tudo muito bem.Junta-se a farinha e combina-se tudo bem. Entretanto, adiciona-se o queijo fresco (ou fromage blanc) e incorpora-se completamente na mistura anterior. Finalmente, batem-se as claras em castelo e junta-se à massa da tarte com o cuidado suficiente que se tem de ter com as claras em castelo. Por fim, tira-se a forma do frigorífico e cobre-se o doce de morango com a massa da tarte preparada. Esta massa não é líquida, nem concentrada como a de um bolo, em vez disso é algo fofo por causa das claras em castelo, como podem ver pela foto.
3 ovos (gemas e claras separadas)
10 cl de natas
40 gr de farinha
100 gr de açúcar
1 colher de chá de extrato de baunilha
doce de mirtilo (ou de outro tipo de fruto)
1 placa de massa quebrada
400 gr de queijo fresco ou requeijão
10 cl de natas
40 gr de farinha
100 gr de açúcar
1 colher de chá de extrato de baunilha
doce de mirtilo (ou de outro tipo de fruto)
1 placa de massa quebrada
400 gr de queijo fresco ou requeijão
Pré-aquece-se o forno a 140ºC.
Começa-se por colocar o doce de mirtilo (ou outro) por cima da placa de massa quebrada que já estará na forma. Colocar no frigorífico até quase ao fim da receita.
Numa taça bate-se o açúcar e as gemas até ficar um creme homogéneo.
Adiciona-se de seguida o extrato de baunilha e as natas e mexe-se tudo muito bem.Junta-se a farinha e combina-se tudo bem. Entretanto, adiciona-se o queijo fresco (ou fromage blanc) e incorpora-se completamente na mistura anterior. Finalmente, batem-se as claras em castelo e junta-se à massa da tarte com o cuidado suficiente que se tem de ter com as claras em castelo. Por fim, tira-se a forma do frigorífico e cobre-se o doce de morango com a massa da tarte preparada. Esta massa não é líquida, nem concentrada como a de um bolo, em vez disso é algo fofo por causa das claras em castelo, como podem ver pela foto.
Coloca-se a tarte no forno durante 40 minutos a 190ºC.
Bom Apetite!
segunda-feira, 20 de abril de 2015
segunda-feira, 13 de abril de 2015
"A
vida é sempre o que lhe permitimos ser. É
sempre a forma como a aceitamos e a forma como reagimos ao que nos põe no
caminho. É sempre a diferença entre a atitude «vai-se andando» e a da «gratidão
por estar vivo e poder escolher ser feliz todos os dias». É sempre a forma como
agarramos a certeza das infinitas possibilidades e o saber que a vida, esta
vida, só se conjuga no presente do indicativo. É sempre este acreditar na
felicidade que não se encontra nas «coisas» mas no sentido que damos a cada dia
que vivemos.
A
vida será sempre a melhor professora que algum dia podemos conhecer, aquela que
nos muda pelo exemplo e pela decisão que nos permite tomar todos os
dias:
-
escolher vivê-la como se fosse o primeiro dia ou como se fosse o
último.
* -
é ver a vida de outro ângulo."
Melhor definição de vida é dificil encontrar...
Vive a vida no presente, não deixar que os fantasmas do passado e as incerteza do futuro, prejudem o nosso presente, o nosso momento.
Melhor definição de vida é dificil encontrar...
Vive a vida no presente, não deixar que os fantasmas do passado e as incerteza do futuro, prejudem o nosso presente, o nosso momento.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Deixa cada um ser como é,
como gosta de ser,
como se sente bem.
Cada um nasceu com o poder de escolha. Respeita-a
Deixa cada um gostar, ter desejo próprio.
Respeita os interesses de cada um, não somos todos iguais.
Deixa cada um ser feliz,
cada um à sua maneira,
afinal, ser feliz é o mais importante.
como gosta de ser,
como se sente bem.
Cada um nasceu com o poder de escolha. Respeita-a
Deixa cada um gostar, ter desejo próprio.
Respeita os interesses de cada um, não somos todos iguais.
Deixa cada um ser feliz,
cada um à sua maneira,
afinal, ser feliz é o mais importante.
terça-feira, 17 de março de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
O Amor Certo
Penso em tudo o que os homens sentem pelas mulheres que amam e tento dizer o que nos une nesse amor. Fora dos pormenores e das particularidades. Sei que as mulheres que nos amam não nos amam de maneira diferente mas, como nunca se sabe, deixei-as de fora, falando apenas pelo meu género: a malta.
Minha amada querida. O meu pai, logo depois de se ter apaixonado pela minha mãe, disse-lhe, em pleno namoro (ela uma mulher inglesa casada, com uma filha pequena; ele um solteirão português): «Se soubesses quanto eu te amava, destruías-me já.» E disse a verdade. Era tanto o amor e o ciúme que lhe tinha, que fez mal à mulher que amava, minha mãe, e mal ao homem que a amava: ele próprio, meu pai.
O amor é um castigo: é um desespero: é um medo. O amor vai contra todos os nossos instintos de sobrevivência. Instiga-nos a cometer loucuras. Instiga-nos a comprometermo-nos. Obriga-nos a cumprir promessas que não somos capazes de cumprir. Mas cumprimos.
Eu amo-te. E não me custa. É um acto de egoísmo. Mesmo que tu me odiasses mas te odiasses tanto a ti própria que não te importasses de ficar comigo, eu seria feliz e agradeceria a Deus a tua inconsciência; a tua generosidade; qualquer estupidez ou inteligência que te mantivesse perto de mim.
A sorte não é amar-te nem tu me amares. A sorte é ter-te ao pé de mim. Tu podes estar enganada. Deves estar enganada. Mas ninguém neste mundo, por pouco que me ame ou muito que te ame, está mais certa para mim. Obrigado.
Minha amada querida. O meu pai, logo depois de se ter apaixonado pela minha mãe, disse-lhe, em pleno namoro (ela uma mulher inglesa casada, com uma filha pequena; ele um solteirão português): «Se soubesses quanto eu te amava, destruías-me já.» E disse a verdade. Era tanto o amor e o ciúme que lhe tinha, que fez mal à mulher que amava, minha mãe, e mal ao homem que a amava: ele próprio, meu pai.
O amor é um castigo: é um desespero: é um medo. O amor vai contra todos os nossos instintos de sobrevivência. Instiga-nos a cometer loucuras. Instiga-nos a comprometermo-nos. Obriga-nos a cumprir promessas que não somos capazes de cumprir. Mas cumprimos.
Eu amo-te. E não me custa. É um acto de egoísmo. Mesmo que tu me odiasses mas te odiasses tanto a ti própria que não te importasses de ficar comigo, eu seria feliz e agradeceria a Deus a tua inconsciência; a tua generosidade; qualquer estupidez ou inteligência que te mantivesse perto de mim.
A sorte não é amar-te nem tu me amares. A sorte é ter-te ao pé de mim. Tu podes estar enganada. Deves estar enganada. Mas ninguém neste mundo, por pouco que me ame ou muito que te ame, está mais certa para mim. Obrigado.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Amores e Saudades de um Português Arreliado'
( Título original do texto: «Obrigado, namoradas» )
( Título original do texto: «Obrigado, namoradas» )
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Sou uma pessoa de paixões,
quando gosto não tenho receio do que possa acontecer, não tenho medo de arriscar....
quero viver tudo intensamente....entregar-me às paixões.
Entrego-me, gosto de entregas.
Não tenho medo de arriscar.... as consequencias logo se vê.
Gosto de viver as paixões com a intensidade que elas requerem.
Gosto de me entregar.
Aproveitar a paixão enquanto enquanto existe a chama.
Não fico bem se não for....
Quero viver tudo intensamente.
Entrego-me às paixões.
quando gosto não tenho receio do que possa acontecer, não tenho medo de arriscar....
quero viver tudo intensamente....entregar-me às paixões.
Entrego-me, gosto de entregas.
Não tenho medo de arriscar.... as consequencias logo se vê.
Gosto de viver as paixões com a intensidade que elas requerem.
Gosto de me entregar.
Aproveitar a paixão enquanto enquanto existe a chama.
Não fico bem se não for....
Quero viver tudo intensamente.
Entrego-me às paixões.
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"...A queda dos grandes não nos faz maiores. Só torna quem a festeja ainda mais pequeno." Pedro Chagas Freitas
-
"Nunca conhecerás a verdadeira felicidade até que tenhas conhecido o amor. E nunca compreenderás a verdadeira dor, até que o tenhas pe...




