terça-feira, 21 de julho de 2015

Cerejas

  Gosto muito de toda fruta, em geral, mas sem duvida que a minha fruta preferida são as Cerejas. Adoro apanha-las diretamente da arvore e comê-las.
  Este ano aventurei-me a fazer uma compota de cereja, que eu tanto gosto,  para aproveitar as ultimas cerejas.
 
Tiram o caroço às cerejas, eu fiz cerca de 600gr de cerejas e 400gr de açúcar, juntei ainda 3 raspas de limão e 2 paus de canela.
Leve tudo ao lume até ferver assim que isso aconteça, ponha em lume brando e deixe cozer por cerca de uma hora.
Eu após a cozedura passei a compota com a varinha, porque eu prefiro com apenas alguns pedaços de pedaços.
 
Não esquecer de esterilizar os frascos previamente.
 
 

 
A quantidade não foi muita mas suficiente para me lambuzar.
 
 
 
 
Bons doces! 
 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Lisboa

 

 Deambulando por Lisboa, estas fotos são de diversos passeios feitos na zona da baixa de Lisboa,  mas também Belem (as primeiras três fotografias).
 Zonas que eu aconselho vivamente a visitar e desfrutar.

 

 

 Mosteiro Jeronimos

 Mosteiro Jeronimos

Torre de Belém

 

 Perto do Rossio

 Arco Rua Augusta

 Arco Rua Augusta (interior)

 Arco Rua Augusta (vista)

 Arco Rua Augusta (vista)

 Arco Rua Augusta (vista)

 Arco Rua Augusta (vista)

 Arco Rua Augusta

Arco Rua Augusta (vista)

 

Arco Rua Augusta (vista)

 

 Terreiro do Paço

 Ribeira das Naus

 Ribeira das Naus

Ribeira das Naus

 


Poema a Lisboa:


Lisboa com suas casas
De várias cores,
Lisboa com suas casas
De várias cores,
Lisboa com suas casas
De várias cores...
À força de diferente, isto é monótono.
Como à força de sentir, fico só a pensar.

Se, de noite, deitado mas desperto,
Na lucidez inútil de não poder dormir,
Quero imaginar qualquer coisa
E surge sempre outra (porque há sono,
E, porque há sono, um bocado de sonho),
Quero alongar a vista com que imagino
Por grandes palmares fantásticos,
Mas não vejo mais,
Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras,
Que Lisboa com suas casas
De várias cores.

Sorrio, porque, aqui, deitado, é outra coisa.
A força de monótono, é diferente.
E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo.

Fica só, sem mim, que esqueci porque durmo,
Lisboa com suas casas
De várias cores.

Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa

Quadrados amanteigados de framboesa

Esta é uma receita simples e o resultado final são uns quadradinhos bem fofinhos.

Ingredientes:
150g de framboesas frescas ou congeladas
200g de farinha
180g de manteiga
140g de açúcar
4 ovos
1 colher de chá de fermento em pó

Preparação:
Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme homogéneo. Junte depois os ovos, um a um batendo bem entre cada adição. Junte depois a farinha e o fermento e mexa bem.
Acrescente por fim as framboesas e envolva-as cuidadosamente no preparado.
Unte e forre um tabuleiro retangular com papel vegetal, também untado, e espalhe a mistura pelo tabuleiro alisando bem.
Leve ao forno previamente aquecido a 180ºC durante cerca de 40 minutos, até o bolo estar cozinhado e dourado.
Retire do forno e deixe arrefecer alguns minutos antes de retirar da forma.
Depois de completamente arrefecido corte em quadrados.


 
 
 
 
 
 
 
 

  "...A queda dos grandes não nos faz maiores. Só torna quem a festeja ainda mais pequeno." Pedro Chagas Freitas