Deixa cada um ser como é,
como gosta de ser,
como se sente bem.
Cada um nasceu com o poder de escolha. Respeita-a
Deixa cada um gostar, ter desejo próprio.
Respeita os interesses de cada um, não somos todos iguais.
Deixa cada um ser feliz,
cada um à sua maneira,
afinal, ser feliz é o mais importante.
quinta-feira, 19 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
O Amor Certo
Penso em tudo o que os homens sentem pelas mulheres que amam e tento dizer o que nos une nesse amor. Fora dos pormenores e das particularidades. Sei que as mulheres que nos amam não nos amam de maneira diferente mas, como nunca se sabe, deixei-as de fora, falando apenas pelo meu género: a malta.
Minha amada querida. O meu pai, logo depois de se ter apaixonado pela minha mãe, disse-lhe, em pleno namoro (ela uma mulher inglesa casada, com uma filha pequena; ele um solteirão português): «Se soubesses quanto eu te amava, destruías-me já.» E disse a verdade. Era tanto o amor e o ciúme que lhe tinha, que fez mal à mulher que amava, minha mãe, e mal ao homem que a amava: ele próprio, meu pai.
O amor é um castigo: é um desespero: é um medo. O amor vai contra todos os nossos instintos de sobrevivência. Instiga-nos a cometer loucuras. Instiga-nos a comprometermo-nos. Obriga-nos a cumprir promessas que não somos capazes de cumprir. Mas cumprimos.
Eu amo-te. E não me custa. É um acto de egoísmo. Mesmo que tu me odiasses mas te odiasses tanto a ti própria que não te importasses de ficar comigo, eu seria feliz e agradeceria a Deus a tua inconsciência; a tua generosidade; qualquer estupidez ou inteligência que te mantivesse perto de mim.
A sorte não é amar-te nem tu me amares. A sorte é ter-te ao pé de mim. Tu podes estar enganada. Deves estar enganada. Mas ninguém neste mundo, por pouco que me ame ou muito que te ame, está mais certa para mim. Obrigado.
Minha amada querida. O meu pai, logo depois de se ter apaixonado pela minha mãe, disse-lhe, em pleno namoro (ela uma mulher inglesa casada, com uma filha pequena; ele um solteirão português): «Se soubesses quanto eu te amava, destruías-me já.» E disse a verdade. Era tanto o amor e o ciúme que lhe tinha, que fez mal à mulher que amava, minha mãe, e mal ao homem que a amava: ele próprio, meu pai.
O amor é um castigo: é um desespero: é um medo. O amor vai contra todos os nossos instintos de sobrevivência. Instiga-nos a cometer loucuras. Instiga-nos a comprometermo-nos. Obriga-nos a cumprir promessas que não somos capazes de cumprir. Mas cumprimos.
Eu amo-te. E não me custa. É um acto de egoísmo. Mesmo que tu me odiasses mas te odiasses tanto a ti própria que não te importasses de ficar comigo, eu seria feliz e agradeceria a Deus a tua inconsciência; a tua generosidade; qualquer estupidez ou inteligência que te mantivesse perto de mim.
A sorte não é amar-te nem tu me amares. A sorte é ter-te ao pé de mim. Tu podes estar enganada. Deves estar enganada. Mas ninguém neste mundo, por pouco que me ame ou muito que te ame, está mais certa para mim. Obrigado.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Amores e Saudades de um Português Arreliado'
( Título original do texto: «Obrigado, namoradas» )
( Título original do texto: «Obrigado, namoradas» )
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Sou uma pessoa de paixões,
quando gosto não tenho receio do que possa acontecer, não tenho medo de arriscar....
quero viver tudo intensamente....entregar-me às paixões.
Entrego-me, gosto de entregas.
Não tenho medo de arriscar.... as consequencias logo se vê.
Gosto de viver as paixões com a intensidade que elas requerem.
Gosto de me entregar.
Aproveitar a paixão enquanto enquanto existe a chama.
Não fico bem se não for....
Quero viver tudo intensamente.
Entrego-me às paixões.
quando gosto não tenho receio do que possa acontecer, não tenho medo de arriscar....
quero viver tudo intensamente....entregar-me às paixões.
Entrego-me, gosto de entregas.
Não tenho medo de arriscar.... as consequencias logo se vê.
Gosto de viver as paixões com a intensidade que elas requerem.
Gosto de me entregar.
Aproveitar a paixão enquanto enquanto existe a chama.
Não fico bem se não for....
Quero viver tudo intensamente.
Entrego-me às paixões.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
27 de Janeiro 1945 - A libertação de Auschwitz- 70 anos depois...
Os soldados depararam com um panorama aterrador: montes de cadáveres, do meio dos quais saíram sete mil sobreviventes famélicos e enregelados. Poucas horas antes, os SS tinham queimado vivos várias dezenas de prisioneiros, ao incendiarem um dos barracões. Sobre um dos portões, uma inscrição proclamava cinicamente "Arbeit Macht Frei", ou seja, "o trabalho liberta". Aqui, o médico Joseph Mengele, o "Anjo da Morte", realizou as mais sinistras experiências, utilizando prisioneiros adultos e crianças como cobaias.
Janeiro 27, 1945
– O Exército Vermelho liberta o campo de extermínio de Auschwitz e completa a conquista da Lituânia.– No Pacífico, uma força de invasão americana navega na direcção da ilha de Iwo Jima.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-libertacao-de-auschwitz=f908146#ixzz3Q0mFeOxd
Scones
Resolvi mimar a minha manhã de Domingo com uns scones, que já à bastante tempo que andava para fazer e lá me resolvi.
Ingredientes:
(cerca de 6/7 scones)
250 gr de farinha;
4 colheresde sopa de açucar amarelo;
1 colher de chá de sal fino;
meia chavena de chá com leite;
uma colher se sopa de fermento em pó;
1 ovo pequeno;
20gr de margarina.
Primeiro misturam-se os ingredientes secos. Derreter a margarina juntamente com o leite.
Em seguida fazer um buraco no meio da farinha e deitar a margarina derretida com o leite e o ovo. Mexer todos os Ingredientes até estarem ligados. Por fim colocar montinhos da massa, feito com as maõs ou
com a ajuda de uma colher de sopa, sobre o tabuleiro forrado com folha de papel vegetal.
Forno pré-aquecido nos 200º, vão a cozer entre 10 a 15 min! Super rápidos e optimos a comer.
Com doce fica uma delicia.
Ingredientes:
(cerca de 6/7 scones)
250 gr de farinha;
4 colheresde sopa de açucar amarelo;
1 colher de chá de sal fino;
meia chavena de chá com leite;
uma colher se sopa de fermento em pó;
1 ovo pequeno;
20gr de margarina.
Primeiro misturam-se os ingredientes secos. Derreter a margarina juntamente com o leite.
Em seguida fazer um buraco no meio da farinha e deitar a margarina derretida com o leite e o ovo. Mexer todos os Ingredientes até estarem ligados. Por fim colocar montinhos da massa, feito com as maõs ou
com a ajuda de uma colher de sopa, sobre o tabuleiro forrado com folha de papel vegetal.
Forno pré-aquecido nos 200º, vão a cozer entre 10 a 15 min! Super rápidos e optimos a comer.
Com doce fica uma delicia.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Omolete de frango no forno
Esta receita é uma ótima opção para aproveitar qualquer tipo de sobras que tenha no frigorifico, no meu caso aproveitei uma parte de frango assado, que tinha em casa.
Ingredientes:
5ovos
1/4 de cebola picada;
frango assado desfiado;
coentros frescos;
1 queijo fresco magro;
uma taça pequena com ervilhas;
sal q.b;
leite q.b.
30 a 40gr de farinha integral
Comece por cortar o queijo aos quadrados pequeninos e tempere com algum sal e pimenta.
Bata os 5 ovos e acrescente um pouco de leite. Junte os restantes ingredientes.
Leve ao forno cerca de 40 min a 200º.
Ingredientes:
5ovos
1/4 de cebola picada;
frango assado desfiado;
coentros frescos;
1 queijo fresco magro;
uma taça pequena com ervilhas;
sal q.b;
leite q.b.
30 a 40gr de farinha integral
Comece por cortar o queijo aos quadrados pequeninos e tempere com algum sal e pimenta.
Bata os 5 ovos e acrescente um pouco de leite. Junte os restantes ingredientes.
Leve ao forno cerca de 40 min a 200º.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
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"...A queda dos grandes não nos faz maiores. Só torna quem a festeja ainda mais pequeno." Pedro Chagas Freitas
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"Nunca conhecerás a verdadeira felicidade até que tenhas conhecido o amor. E nunca compreenderás a verdadeira dor, até que o tenhas pe...








