Está tudo prestes a desmoronar...
Falsa segurança esta que vivo e que assisto...
Estou com os braços amarrados sem conseguir lutar ou sequer reagir.
Assisto e desespero.
Tenho medo do que poderá vir...
Forte ansiedade esta minha que teima em permanecer,
faz de mim o seu habitat natural.
Não pede qualquer autorização.
Apoderou-se de mim, vai-me consumindo e eu não reajo.
Não consigo...
quarta-feira, 18 de junho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
Laços que se perderam
Há laços difíceis de cortar ...
Eu não quero desistir. Não consigo!
É perder algo forte que construí...
A razão tentar levar a melhor sobre a sensibilidade, mas não consegue...
A ruptura é dolorosa!
Mas eu também não a quero!
Eu não consigo...
Não consigo pensar apenas em mim, como ser único... fazes parte do meu ser, do meu eu e de todo o processo de construção.
Doí demais ter que cortar.
Custa-me perder a tua cumplicidade.
O corte do cordão umbilical é doloroso e penoso.
Não estou preparada, nem sei se algum dia o estarei...
Vou deixando gradualmente tudo esmorecer, deixo tudo acontecer à minha volta enquanto eu assisto a tudo sem nunca actuar. Não tenho forças para isso...
A única maneira de cortar os laços é deixar-me levar...levar pelo cansaço, pela exaustão e pela tristeza, tristeza de não te ter, não te ter como te tive antes...
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Independentemente das adversidades da vida, dos obstaculos, das desilusões, das decepções que ultrapassamos... nunca devemos perder o sorriso ou baixar os braços.
Tudo faz parte da vida... ela é para ser vivida ainda que nem sempre seja facil, tudo faz parte do nosso crescimento interior...
Never give up....
domingo, 8 de junho de 2014
Trifle de pêssego
Andei bastante tempo para concretizar esta receita...Agora que a concretizei, vou repeti-la vezes sem fim pois acho-a deliciosa e super fresca para o Verão.
Aqui fica a receita do meu trifle de pêssego...
- 1lata de pêssego em conserva
- 150g Açúcar
- 40g Farinha
- 5dl leite
- 8Fataias de bolo
- 1 c.café de aroma de baunilha
- 2 Ovos
- 2 Gemas
- Folhas de hortelã-decoração (facultativo)
Numa taça misture o açúcar com os ovos ,as gemas,e a farinha.
Verta o leite e misture bem.
Leve a lume brando a engrossar, mexendo sempre.
Retire do lume, junte o aroma da baunilha e deixe arrefecer.
Escorra o pêssego e parta em fatias.
Usei uma taça grande, mas também podem usar taças individuas.
Forre o fundo com bolo, coloque por cima fatias de pêssego e cubra com o creme.
Repita a operação e termine com o pêssego.
Quanto mais camadas tiver, melhor.
Quanto mais camadas tiver, melhor.
Reserve no frio e sirva decorado com folhinhas de hortelã.
Fica uma sobremesa linda, até custa abrir ... fiquei muito orgulhosa do meu trabalho.
Aqui ficam as fotos do resultado final...
Fica uma sobremesa linda, até custa abrir ... fiquei muito orgulhosa do meu trabalho.
Aqui ficam as fotos do resultado final...
sexta-feira, 6 de junho de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Soneto do amor e da morte
quando eu morrer murmura esta canção
que escrevo para ti. quando eu morrer
fica junto de mim, não queiras ver
as aves pardas do anoitecer
a revoar na minha solidão.
quando eu morrer segura a minha mão,
põe os olhos nos meus se puder ser,
se inda neles a luz esmorecer,
e diz do nosso amor como se não
tivesse de acabar, sempre a doer,
sempre a doer de tanta perfeição
que ao deixar de bater-me o coração
fique por nós o teu inda a bater,
quando eu morrer segura a minha mão.
Vasco Graça Moura, in "Antologia dos Sessenta Anos"
que escrevo para ti. quando eu morrer
fica junto de mim, não queiras ver
as aves pardas do anoitecer
a revoar na minha solidão.
quando eu morrer segura a minha mão,
põe os olhos nos meus se puder ser,
se inda neles a luz esmorecer,
e diz do nosso amor como se não
tivesse de acabar, sempre a doer,
sempre a doer de tanta perfeição
que ao deixar de bater-me o coração
fique por nós o teu inda a bater,
quando eu morrer segura a minha mão.
Vasco Graça Moura, in "Antologia dos Sessenta Anos"
quarta-feira, 23 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
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"...A queda dos grandes não nos faz maiores. Só torna quem a festeja ainda mais pequeno." Pedro Chagas Freitas
-
"Nunca conhecerás a verdadeira felicidade até que tenhas conhecido o amor. E nunca compreenderás a verdadeira dor, até que o tenhas pe...








