"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de
hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar."
Bertolt Brecht
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Chuva
Chuva que cai em tarde ensolarada
Noite que desce estrelada
Poesias que não rimam com nada
E carinho pela pessoa amada.
Leio o que eu não posso ver
Sinto o que eu não posso ter
Tenho fé onde eu não posso querer
Amo por apenas crer.
Tenho emoção exaltada
Ás vezes não penso em nada
Não consigo nem entender
Essa imensa estrada.
O mundo ainda irá existir
Enquanto dessa terra eu não partir
Pois meu coração pulsa e arde
Pela mulher que da minha vida faz parte.
E o badalar do sino
Me lembra de quando eu era menino
Que para ser feliz
Basta ter amor e carinho.
Noite que desce estrelada
Poesias que não rimam com nada
E carinho pela pessoa amada.
Leio o que eu não posso ver
Sinto o que eu não posso ter
Tenho fé onde eu não posso querer
Amo por apenas crer.
Tenho emoção exaltada
Ás vezes não penso em nada
Não consigo nem entender
Essa imensa estrada.
O mundo ainda irá existir
Enquanto dessa terra eu não partir
Pois meu coração pulsa e arde
Pela mulher que da minha vida faz parte.
E o badalar do sino
Me lembra de quando eu era menino
Que para ser feliz
Basta ter amor e carinho.
Oswaldo Grimaldi
"Se amar de verdade é desejar sempre o teu abraço, se é não conseguir controlar o
sorriso parvo ao falar contigo, se é conversar quase todos os dias e ainda assim
sentir saudades...
Se amar
de verdade é sentir-me super mal quando vejo que não estás bem e eu não posso
ajudar, se é querer acima de tudo a tua felicidade, se é sentir uma angústia
enorme só em pensar em perder-te...
Se amar
de verdade é ir dormir a pensar em nós os dois e imaginar possíveis ou até
impossíveis momentos juntos, se é desejar ter-te por perto mais que qualquer
outra pessoa no mundo...
Então
sim. Eu amo-te. De verdade."
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Há dias....
Há dias que me sinto cansada... tudo me cansa.
As pessoas cansam-me.... e as suas atitutes moem-me...
Farto-me das pessoas, quero mudar....
A inquerência das pessoas é algo que me desagrada e desgasta a minha personalidade.
Tenho vontade de desistir de tudo e de todos,
isolar-me no meu mundo, no meu cantinho…
Sinto-me desgastada, vou-me corroendo por dentro...
Cansam-me os actos, as aparecencias, a falta de sensibilidade, as injustiças, a altivez das pessoas, a falta de consciencia, a ignorancia, a falta de vontade em aprender e ser melhor....
Não gosto que tudo isto me desgaste...
Queria mudar de pessoas, de lugares...
Mas, talvez o problema nao seja das pessoas, o problema seja meu....
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável
Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse
agradável,
Porque para o meu ser adequado à existência das coisas
O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno—
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no facto de aceitar—
No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
Que são para mim as doenças que tenho e o mal que me acontece
Senão o Inverno da minha pessoa e da minha vida?
O Inverno irregular, cujas leis de aparecimento desconheço,
Mas que existe para mim em virtude da mesma fatalidade sublime,
Da mesma inevitável exterioridade a mim,
Que o calor da terra no alto do Verão
E o frio da terra no cimo do Inverno.
Aceito por personalidade.
Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender demais,
Nunca ao erro de querer compreender só com a inteligência.
Nunca ao defeito de exigir do Mundo
Que fosse qualquer coisa que não fosse o Mundo.
Alberto Caeiro - Poemas Inconjuntos
Porque para o meu ser adequado à existência das coisas
O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno—
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no facto de aceitar—
No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
Que são para mim as doenças que tenho e o mal que me acontece
Senão o Inverno da minha pessoa e da minha vida?
O Inverno irregular, cujas leis de aparecimento desconheço,
Mas que existe para mim em virtude da mesma fatalidade sublime,
Da mesma inevitável exterioridade a mim,
Que o calor da terra no alto do Verão
E o frio da terra no cimo do Inverno.
Aceito por personalidade.
Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender demais,
Nunca ao erro de querer compreender só com a inteligência.
Nunca ao defeito de exigir do Mundo
Que fosse qualquer coisa que não fosse o Mundo.
Alberto Caeiro - Poemas Inconjuntos
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"...A queda dos grandes não nos faz maiores. Só torna quem a festeja ainda mais pequeno." Pedro Chagas Freitas
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"Nunca conhecerás a verdadeira felicidade até que tenhas conhecido o amor. E nunca compreenderás a verdadeira dor, até que o tenhas pe...
