segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Força de Um Homem...
A força de um homem não está na largura de seus ombros.
Está na maneira carinhosa com que abraça.
A força de um homem não está no tom profundo de sua voz.
Está nas palavras delicadas que sussurra.
A força de um homem não é medida por quantos amigos ele tem.
É medida no quanto é um bom amigo para seus filhos.
A força de um homem não está no pelo em seu peito.
Está no coração que se encontra dentro de seu peito.
A força de um homem não está em quantas mulheres amou.
Está em se ele pode verdadeiramente amar uma mulher.
A força de um homem não está em como duramente bate.
Está em como amorosamente ele toca.
A força de um homem não está no peso que pode levantar.
Está na forma como lida com os desafios e os supera.
Maxine Chong
A força de um homem não está na largura de seus ombros.
Está na maneira carinhosa com que abraça.
A força de um homem não está no tom profundo de sua voz.
Está nas palavras delicadas que sussurra.
A força de um homem não é medida por quantos amigos ele tem.
É medida no quanto é um bom amigo para seus filhos.
A força de um homem não está no pelo em seu peito.
Está no coração que se encontra dentro de seu peito.
A força de um homem não está em quantas mulheres amou.
Está em se ele pode verdadeiramente amar uma mulher.
A força de um homem não está em como duramente bate.
Está em como amorosamente ele toca.
A força de um homem não está no peso que pode levantar.
Está na forma como lida com os desafios e os supera.
Maxine Chong
"Na vida tudo tem o seu sim e o seu não, o antes e o depois, o sempre e o nunca, o agora e o logo : enfim tudo tem a sua metade à qual nada somos sem ela, umas vezes para toda a vida, outras só por algum tempo, mas, mesmo assim é essa metade que ,por pouco tempo que esteja connosco, nos sabe fazer feliz por toda a vida, nem que seja em simples e puras recordações que ficam nas nossas vidas"
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Nos dias frios em que nós estamos juntos
Nos abraçamos sob o nosso conforto
De amar, de amar
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Neste mundo de tantos anos
Entre tantos outros
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor
Entre tantos outros
Entre tantos anos
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor.
Ainda bem- Vanessa da Mata
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Nos dias frios em que nós estamos juntos
Nos abraçamos sob o nosso conforto
De amar, de amar
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Neste mundo de tantos anos
Entre tantos outros
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor
Entre tantos outros
Entre tantos anos
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor.
Ainda bem- Vanessa da Mata
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
"Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
... não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto no branco"
e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente as que resgatam brilho nos olhos,
sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
quem não se permite,
uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
chuva incessante,
desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Martha de Medeiros
quem não lê,
quem não ouve música,
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
... não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto no branco"
e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente as que resgatam brilho nos olhos,
sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
quem não se permite,
uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
chuva incessante,
desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Martha de Medeiros
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"...A queda dos grandes não nos faz maiores. Só torna quem a festeja ainda mais pequeno." Pedro Chagas Freitas
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