terça-feira, 29 de janeiro de 2013
"Aprendi que o amor chega na hora exata. Que a maturidade vem aos poucos. Que família é tudo. Que amigos bons e sinceros são poucos. Que cuidar da sua vida é sempre a melhor opção. Que dias melhores sempre virão. Que na vida, nem tudo vale a pena. E principalmente que minha felicidade depende das escolhas que eu faço.Nesta vida nada se leva.. Só se deixa... Então, deixe o teu melhor sorriso.. Teu maior abraço.. Tua mellhor história.. Tua melhor intenção..Toda a sua compreensão.. E de sua amizade... A maior porção"
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha,
é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.
Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha, e não nos deixa só,
porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós.
Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova
de que as pessoas não se encontram por acaso."
é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.
Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha, e não nos deixa só,
porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós.
Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova
de que as pessoas não se encontram por acaso."
Charles Chaplin
Durante a nossa vida...
Conhecemos pessoas que vem e que ficam,
Outras que, vem e passam.
Existem aquelas que,
Vem, ficam e depois de algum tempo se vão.
Mas existem aquelas que vem e se vão com uma enorme vontade de ficar...
Outras que, vem e passam.
Existem aquelas que,
Vem, ficam e depois de algum tempo se vão.
Mas existem aquelas que vem e se vão com uma enorme vontade de ficar...
Charles Chaplin
Nada é impossivel mudar...
"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de
hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar."
Bertolt Brecht
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de
hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar."
Bertolt Brecht
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Chuva
Chuva que cai em tarde ensolarada
Noite que desce estrelada
Poesias que não rimam com nada
E carinho pela pessoa amada.
Leio o que eu não posso ver
Sinto o que eu não posso ter
Tenho fé onde eu não posso querer
Amo por apenas crer.
Tenho emoção exaltada
Ás vezes não penso em nada
Não consigo nem entender
Essa imensa estrada.
O mundo ainda irá existir
Enquanto dessa terra eu não partir
Pois meu coração pulsa e arde
Pela mulher que da minha vida faz parte.
E o badalar do sino
Me lembra de quando eu era menino
Que para ser feliz
Basta ter amor e carinho.
Noite que desce estrelada
Poesias que não rimam com nada
E carinho pela pessoa amada.
Leio o que eu não posso ver
Sinto o que eu não posso ter
Tenho fé onde eu não posso querer
Amo por apenas crer.
Tenho emoção exaltada
Ás vezes não penso em nada
Não consigo nem entender
Essa imensa estrada.
O mundo ainda irá existir
Enquanto dessa terra eu não partir
Pois meu coração pulsa e arde
Pela mulher que da minha vida faz parte.
E o badalar do sino
Me lembra de quando eu era menino
Que para ser feliz
Basta ter amor e carinho.
Oswaldo Grimaldi
"Se amar de verdade é desejar sempre o teu abraço, se é não conseguir controlar o
sorriso parvo ao falar contigo, se é conversar quase todos os dias e ainda assim
sentir saudades...
Se amar
de verdade é sentir-me super mal quando vejo que não estás bem e eu não posso
ajudar, se é querer acima de tudo a tua felicidade, se é sentir uma angústia
enorme só em pensar em perder-te...
Se amar
de verdade é ir dormir a pensar em nós os dois e imaginar possíveis ou até
impossíveis momentos juntos, se é desejar ter-te por perto mais que qualquer
outra pessoa no mundo...
Então
sim. Eu amo-te. De verdade."
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Há dias....
Há dias que me sinto cansada... tudo me cansa.
As pessoas cansam-me.... e as suas atitutes moem-me...
Farto-me das pessoas, quero mudar....
A inquerência das pessoas é algo que me desagrada e desgasta a minha personalidade.
Tenho vontade de desistir de tudo e de todos,
isolar-me no meu mundo, no meu cantinho…
Sinto-me desgastada, vou-me corroendo por dentro...
Cansam-me os actos, as aparecencias, a falta de sensibilidade, as injustiças, a altivez das pessoas, a falta de consciencia, a ignorancia, a falta de vontade em aprender e ser melhor....
Não gosto que tudo isto me desgaste...
Queria mudar de pessoas, de lugares...
Mas, talvez o problema nao seja das pessoas, o problema seja meu....
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável
Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse
agradável,
Porque para o meu ser adequado à existência das coisas
O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno—
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no facto de aceitar—
No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
Que são para mim as doenças que tenho e o mal que me acontece
Senão o Inverno da minha pessoa e da minha vida?
O Inverno irregular, cujas leis de aparecimento desconheço,
Mas que existe para mim em virtude da mesma fatalidade sublime,
Da mesma inevitável exterioridade a mim,
Que o calor da terra no alto do Verão
E o frio da terra no cimo do Inverno.
Aceito por personalidade.
Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender demais,
Nunca ao erro de querer compreender só com a inteligência.
Nunca ao defeito de exigir do Mundo
Que fosse qualquer coisa que não fosse o Mundo.
Alberto Caeiro - Poemas Inconjuntos
Porque para o meu ser adequado à existência das coisas
O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno—
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no facto de aceitar—
No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
Que são para mim as doenças que tenho e o mal que me acontece
Senão o Inverno da minha pessoa e da minha vida?
O Inverno irregular, cujas leis de aparecimento desconheço,
Mas que existe para mim em virtude da mesma fatalidade sublime,
Da mesma inevitável exterioridade a mim,
Que o calor da terra no alto do Verão
E o frio da terra no cimo do Inverno.
Aceito por personalidade.
Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender demais,
Nunca ao erro de querer compreender só com a inteligência.
Nunca ao defeito de exigir do Mundo
Que fosse qualquer coisa que não fosse o Mundo.
Alberto Caeiro - Poemas Inconjuntos
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
"Não digamos 'não', nem 'nunca mais'.
Não digamos 'sempre' ou 'jamais'.
Digamos, simplesmente: 'ainda'! ...
Ainda nos veremos um dia .
Ainda nos encontraremos na estrada da vida.
Ainda encontraremos a pousada,
o afeto almejado, a guarida.
Ainda haverá tempo de amar,
sem medo, totalmente... infinitamente..
sem ter medo de pedir, de implorar,
ou chorar.......
Ainda haverá tempo,
para ser feliz novamente.
Ainda haverá tristeza,
ainda haverá saudade,
ainda haverá primavera,
o sonho, a quimera..
Ainda haverá alegria,
apesar das cicatrizes.
Ainda haverá esperança,
porque a vida ainda é criança...
e amanhã será outro dia!...
Autor Desconhecido
Não digamos 'sempre' ou 'jamais'.
Digamos, simplesmente: 'ainda'! ...
Ainda nos veremos um dia .
Ainda nos encontraremos na estrada da vida.
Ainda encontraremos a pousada,
o afeto almejado, a guarida.
Ainda haverá tempo de amar,
sem medo, totalmente... infinitamente..
sem ter medo de pedir, de implorar,
ou chorar.......
Ainda haverá tempo,
para ser feliz novamente.
Ainda haverá tristeza,
ainda haverá saudade,
ainda haverá primavera,
o sonho, a quimera..
Ainda haverá alegria,
apesar das cicatrizes.
Ainda haverá esperança,
porque a vida ainda é criança...
e amanhã será outro dia!...
Autor Desconhecido
acredite!
"Se as coisas fossem perfeitas...
Não existiria lições de vida,
não haveria arrependimentos.
Se tudo fosse perfeito
mãos não se uniriam, e sonhos
não seriam valorizados."´
Mário Quintana
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
"Coração precisa de tempo e espaço. De cuidado. De mimo. Precisa ser preservado. Precisa de cor nova. De jardim bem cuidado. Precisa de refúgio quando sentir-se indeciso, indefeso, incoerente. Coração precisa de doses extras de leveza, de vida nova. Precisa de disposição, de sentir-se respeitado. Coração exige atenção redobrada porque reflete pro mundo o que somos de verdade, sem máscaras, sem dramas, sem fantasia. Coração precisa de coragem para sentir tudo o que pode e ainda conseguir sorrir com carinho."
Marcely Pieroni Gastaldi

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o Mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
... Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o Mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
... Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
Luís de Camões
Força de Um Homem...
A força de um homem não está na largura de seus ombros.
Está na maneira carinhosa com que abraça.
A força de um homem não está no tom profundo de sua voz.
Está nas palavras delicadas que sussurra.
A força de um homem não é medida por quantos amigos ele tem.
É medida no quanto é um bom amigo para seus filhos.
A força de um homem não está no pelo em seu peito.
Está no coração que se encontra dentro de seu peito.
A força de um homem não está em quantas mulheres amou.
Está em se ele pode verdadeiramente amar uma mulher.
A força de um homem não está em como duramente bate.
Está em como amorosamente ele toca.
A força de um homem não está no peso que pode levantar.
Está na forma como lida com os desafios e os supera.
Maxine Chong
A força de um homem não está na largura de seus ombros.
Está na maneira carinhosa com que abraça.
A força de um homem não está no tom profundo de sua voz.
Está nas palavras delicadas que sussurra.
A força de um homem não é medida por quantos amigos ele tem.
É medida no quanto é um bom amigo para seus filhos.
A força de um homem não está no pelo em seu peito.
Está no coração que se encontra dentro de seu peito.
A força de um homem não está em quantas mulheres amou.
Está em se ele pode verdadeiramente amar uma mulher.
A força de um homem não está em como duramente bate.
Está em como amorosamente ele toca.
A força de um homem não está no peso que pode levantar.
Está na forma como lida com os desafios e os supera.
Maxine Chong
"Na vida tudo tem o seu sim e o seu não, o antes e o depois, o sempre e o nunca, o agora e o logo : enfim tudo tem a sua metade à qual nada somos sem ela, umas vezes para toda a vida, outras só por algum tempo, mas, mesmo assim é essa metade que ,por pouco tempo que esteja connosco, nos sabe fazer feliz por toda a vida, nem que seja em simples e puras recordações que ficam nas nossas vidas"
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Nos dias frios em que nós estamos juntos
Nos abraçamos sob o nosso conforto
De amar, de amar
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Neste mundo de tantos anos
Entre tantos outros
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor
Entre tantos outros
Entre tantos anos
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor.
Ainda bem- Vanessa da Mata
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Nos dias frios em que nós estamos juntos
Nos abraçamos sob o nosso conforto
De amar, de amar
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Neste mundo de tantos anos
Entre tantos outros
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor
Entre tantos outros
Entre tantos anos
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor.
Ainda bem- Vanessa da Mata
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
"Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
... não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto no branco"
e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente as que resgatam brilho nos olhos,
sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
quem não se permite,
uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
chuva incessante,
desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Martha de Medeiros
quem não lê,
quem não ouve música,
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
... não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto no branco"
e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente as que resgatam brilho nos olhos,
sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
quem não se permite,
uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
chuva incessante,
desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Martha de Medeiros
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"...A queda dos grandes não nos faz maiores. Só torna quem a festeja ainda mais pequeno." Pedro Chagas Freitas
-
"Nunca conhecerás a verdadeira felicidade até que tenhas conhecido o amor. E nunca compreenderás a verdadeira dor, até que o tenhas pe...





